Não sou jornalista e não tenho nenhum vínculo com o segmento esportivo. Tudo começou em um trabalho escolar do meu filho. Decidimos fazer um blog que tratasse do esporte cearense, que não fosse apenas o futebol. Acabei tomando o projeto para mim e com muito esforço, dedico cerca de uma hora do meu dia, para publicar as postagens, que são extraídas de blogs e sites esportivos através de pesquisas na internet.
Solicito que remeta notícias para divulgação
cearaesportetotal@yahoo.com.br

sábado, 14 de janeiro de 2012

“2012 pode ser o ano da minha vida”, diz a velocista Ana Cláudia Lemos

Para Ana Cláudia Lemos Silva, “2012 pode ser o ano da minha vida”. É o ano da Olimpíada de Londres, entre 27 de julho e 11 de agosto, e a velocista quer estar na final dos 200 m. Os treinos têm sido intensos. Foi apenas de uma semana a folga depois dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro. Também teve as vésperas e os dias de Natal e Ano-Novo. De resto, o trabalho é forte para seu objetivo maior na temporada, que é a final olímpica.
Meta realista, segundo o técnico Katsuhico Nakaya, da equipe BM&F/Bovespa e também da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo), para quem “o principal é chegar à final, em uma Olimpíada, porque ali, em que detalhes mínimos contam, tudo pode acontecer”. Até mesmo uma medalha.
Mas, para Ana Cláudia, há ainda outras metas para 2012 – que ela prefere guardar para si mesma.
- São marcas que quero fazer… Por isso estou treinando forte há dois meses.
Atleta dos 100 m e dos 200 m, nascida no Ceará mas formada no esporte em Santa Catarina, Ana Cláudia é a recordista sul-americana dos 100 m com 11s15 e também dos 200 m, com 22s48.
Ana Cláudia diz que gosta das duas provas, mas a preferência é pela segunda, por causa da curva (os 100 m são em linha reta na pista de atletismo).
- A curva é o que eu mais gosto! Você está ali nos 100, 120 m e vai entrando na curva… É o charme da prova!
Treinar para os 200 m não é fácil. Os atletas do técnico Nakaya estão na “fase 2” de preparação na temporada (ainda na base, antes dos treinos específicos e de competição), e Ana Cláudia conta que está trabalhando muito a parte de resistência. E ainda halteres, saltos, velocidade.
- No treino, dói tudo. Mas eu gosto muito dos 200 m.
Com 23 anos, 1,58 m e 57 kg, a velocista brasileira se cuida para não ter de treinar “de coletinho”. Ana Cláudia aponta a cintura, para explicar que, “nossa, um quilo faz diferença!”, para os velocistas.
- Mas a gente se adapta, se acostuma. Não temos muitos problemas em segurar a boca como agora nas festas de fim de ano. Até como doce. Mas é assim: como quatro quadradinhos de chocolate. Para quê comer a barra inteira?!
transcrito do site r7.com.br
Search